De quem é a escola afinal?

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A violência sofrida pela Escola Estadual Erico Verissimo, em Porto Alegre, é terrível pela destruição que provocou, mas é apenas a ponta da verdadeira violência, a simbólica, dada pelo “É tudo nosso”. Diz a filósofa e psicanalista Catherine Millot que “escreve-se o que não pode ser dito. O escrito é aquilo que não se conversa”: por esta razão alguns professores não se deixaram filmar em entrevistas.

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